• Amanhã é o nome que ela dá para si mesma

    O dia começou como tantos outros, mas havia uma quietude no ar que se demorava: Uma espécie de espera sem nome, como quando o céu se curva sobre a cidade em tons opacos e o mundo parece conter a respiração.… Continue reading

    Amanhã é o nome que ela dá para si mesma
  • Da lentilha desastrosa ao caderno de receitas: Crônicas de uma recém-casada que achava que sabia cozinhar.

    Acredito — com toda a convicção que me cabe — que toda, repito, TODA pessoa sabe, no mínimo, sobreviver na cozinha. A clássica frase “não sabe nem cozinhar um ovo” é uma mentira. Daquelas bem cabeludas, inclusive. Um ser humano… Continue reading

    Da lentilha desastrosa ao caderno de receitas: Crônicas de uma recém-casada que achava que sabia cozinhar.
  • Para todas que são vistas – e todas são.

    Não tinha pressa. Nunca teve. Aprendera, com o tempo, que as coisas mais urgentes quase nunca são as mais importantes. E por isso caminhava sem atropelar os próprios passos, atenta ao som dos próprios sapatos no asfalto irregular, às fachadas… Continue reading

    Para todas que são vistas – e todas são.
  • Rosemary Goes

    Esse conto foi inspirado na música “Love Grows”, de Edison Lighthouse 🙂 Recomendo escutar a canção ao decorrer da leitura – ao final desse post, você consegue dar o play! Ninguém sabia ao certo de onde ela tinha vindo. Um… Continue reading

    Rosemary Goes
  • Ao balançar do vinho – parte 2

    Para ler a parte 1 desse conto, clique aqui Estava atrasada. De novo. E não havia ironia mais cruel do que a de começar um novo ciclo exatamente como encerrara o anterior: correndo contra o tempo, tropeçando nos próprios passos… Continue reading

    Ao balançar do vinho – parte 2
  • Um recorte da pandemia

    Nunca fui o retrato da perfeição. Naquela tarde abafada, com a máscara escondendo mais da metade do meu rosto e o cabelo se rebelando contra qualquer tentativa de controle, eu estava longe de qualquer padrão. Ainda assim, ali ao meu… Continue reading

    Um recorte da pandemia
  • Contando as quedas

    O livro repousava aberto sobre os joelhos dele, mas sua atenção já estava longe das palavras impressas, pois a brisa salgada brincava com as páginas, e o cheiro do mar se entrelaçava ao perfume adormecido de protetor solar no próprio… Continue reading

    Contando as quedas
  • As razões pelas quais decidi dar um tempo das redes sociais (e como isso está mudando meus dias)

    Essa não é uma história contra o Instagram. Nem um manifesto contra o uso de redes sociais. É apenas um relato sincero de alguém que, ao observar o próprio comportamento, percebeu que precisava desacelerar. O alerta veio do corpo (e… Continue reading

    As razões pelas quais decidi dar um tempo das redes sociais (e como isso está mudando meus dias)
  • Ao balançar do vinho

    Engraçado era o jeito como o vinho balançava dentro da taça. Parecia que seus sentimentos formavam pequenas ondas, contidas apenas por uma fina camada de vidro: tão delicada quanto seu domínio próprio. Pensou mais um pouco e, por fim, decidiu… Continue reading

    Ao balançar do vinho
  • Os átrios do choro incontrolável

    Já era noite quando aquela sensação estranha começou a se espalhar em sua garganta, rastejando como fumaça espessa, silenciosa e inevitável. Era como se um nó invisível se formasse ali, apertando devagar, de dentro para fora, apesar de todos os… Continue reading

    Os átrios do choro incontrolável