• Até que a morte nos separe é em um piscar de olhos

    Meus olhos marejaram, não de tristeza, mas de uma alegria quase vertiginosa, ao reconhecer naquele borrão de pixels o exato sentimento que hoje me faz sentir em casa dentro do meu próprio peito. Em uma caixa esquecida, encontrei uma gravação… Continue reading

    Até que a morte nos separe é em um piscar de olhos
  • Como um peão desgovernado

    Os dias passam depressa. As horas que antes se arrastavam, agora se transformam em um piscar de olhos. O que antes era sem graça e monótono, agora tem cheiro de casa, de conforto e de respiro. Quando foi que o… Continue reading

    Como um peão desgovernado
  • Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia

    Com a caneca de esmalte aquecendo a palma da minha mão, encontrei meu lugar de sempre: o degrau de pedra gasto pelo tempo, na fronteira exata entre a casa e o jardim. A manhã de setembro se espreguiçava, e o… Continue reading

    Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia
  • Revestida de Força e Dignidade

    (Norvald, véspera da queda) A névoa era um véu de leite derramado sobre os campos, e Aeryn desceu por ele como quem entra em um rio sagrado. Seus pés descalços conheciam o caminho de pedra, cada contorno, cada imperfeição lisa.… Continue reading

    Revestida de Força e Dignidade
  • Os maiores milagres não fizeram barulho: Os 22 invernos chegaram 🙂

    Engraçado como a gente muda sem perceber. Um dia, acorda mais cedo que o costume, olha pela janela, e alguma coisa dentro parece ter mudado de lugar, como um móvel que alguém arrastou no meio da noite. O coração, talvez.… Continue reading

    Os maiores milagres não fizeram barulho: Os 22 invernos chegaram :)
  • Ao lado da xícara vazia

    A luz da manhã entra pela fresta da cortina, não como um convite, mas como uma testemunha silenciosa. Ela desenha um retângulo comprido e pálido no chão de madeira, e dentro dele, partículas de poeira dançam uma coreografia lenta e… Continue reading

    Ao lado da xícara vazia
  • Amanhã é o nome que ela dá para si mesma

    O dia começou como tantos outros, mas havia uma quietude no ar que se demorava: Uma espécie de espera sem nome, como quando o céu se curva sobre a cidade em tons opacos e o mundo parece conter a respiração.… Continue reading

    Amanhã é o nome que ela dá para si mesma
  • Da lentilha desastrosa ao caderno de receitas: Crônicas de uma recém-casada que achava que sabia cozinhar.

    Acredito — com toda a convicção que me cabe — que toda, repito, TODA pessoa sabe, no mínimo, sobreviver na cozinha. A clássica frase “não sabe nem cozinhar um ovo” é uma mentira. Daquelas bem cabeludas, inclusive. Um ser humano… Continue reading

    Da lentilha desastrosa ao caderno de receitas: Crônicas de uma recém-casada que achava que sabia cozinhar.
  • Para todas que são vistas – e todas são.

    Não tinha pressa. Nunca teve. Aprendera, com o tempo, que as coisas mais urgentes quase nunca são as mais importantes. E por isso caminhava sem atropelar os próprios passos, atenta ao som dos próprios sapatos no asfalto irregular, às fachadas… Continue reading

    Para todas que são vistas – e todas são.
  • Rosemary Goes

    Esse conto foi inspirado na música “Love Grows”, de Edison Lighthouse 🙂 Recomendo escutar a canção ao decorrer da leitura – ao final desse post, você consegue dar o play! Ninguém sabia ao certo de onde ela tinha vindo. Um… Continue reading

    Rosemary Goes