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Ao lado da xícara vazia
A luz da manhã entra pela fresta da cortina, não como um convite, mas como uma testemunha silenciosa. Ela desenha um retângulo comprido e pálido no chão de madeira, e dentro dele, partículas de poeira dançam uma coreografia lenta e… Continue reading
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Amanhã é o nome que ela dá para si mesma
O dia começou como tantos outros, mas havia uma quietude no ar que se demorava: Uma espécie de espera sem nome, como quando o céu se curva sobre a cidade em tons opacos e o mundo parece conter a respiração.… Continue reading
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Da lentilha desastrosa ao caderno de receitas: Crônicas de uma recém-casada que achava que sabia cozinhar.
Acredito — com toda a convicção que me cabe — que toda, repito, TODA pessoa sabe, no mínimo, sobreviver na cozinha. A clássica frase “não sabe nem cozinhar um ovo” é uma mentira. Daquelas bem cabeludas, inclusive. Um ser humano… Continue reading
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Para todas que são vistas – e todas são.
Não tinha pressa. Nunca teve. Aprendera, com o tempo, que as coisas mais urgentes quase nunca são as mais importantes. E por isso caminhava sem atropelar os próprios passos, atenta ao som dos próprios sapatos no asfalto irregular, às fachadas… Continue reading




