• Como um peão desgovernado

    Os dias passam depressa. As horas que antes se arrastavam, agora se transformam em um piscar de olhos. O que antes era sem graça e monótono, agora tem cheiro de casa, de conforto e de respiro. Quando foi que o… Continue reading

    Como um peão desgovernado
  • Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia

    Com a caneca de esmalte aquecendo a palma da minha mão, encontrei meu lugar de sempre: o degrau de pedra gasto pelo tempo, na fronteira exata entre a casa e o jardim. A manhã de setembro se espreguiçava, e o… Continue reading

    Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia
  • Revestida de Força e Dignidade

    (Norvald, véspera da queda) A névoa era um véu de leite derramado sobre os campos, e Aeryn desceu por ele como quem entra em um rio sagrado. Seus pés descalços conheciam o caminho de pedra, cada contorno, cada imperfeição lisa.… Continue reading

    Revestida de Força e Dignidade
  • Os maiores milagres não fizeram barulho: Os 22 invernos chegaram :)

    Engraçado como a gente muda sem perceber. Um dia, acorda mais cedo que o costume, olha pela janela, e alguma coisa dentro parece ter mudado de lugar, como um móvel que alguém arrastou no meio da noite. O coração, talvez.… Continue reading

    Os maiores milagres não fizeram barulho: Os 22 invernos chegaram :)