Posts mais recentes


  • Até que a morte nos separe é em um piscar de olhos

    Meus olhos marejaram, não de tristeza, mas de uma alegria quase vertiginosa, ao reconhecer naquele borrão de pixels o exato sentimento que hoje me faz sentir em casa dentro do meu próprio peito. Em uma caixa esquecida, encontrei uma gravação… Continue reading

    Até que a morte nos separe é em um piscar de olhos
  • Como um peão desgovernado

    Os dias passam depressa. As horas que antes se arrastavam, agora se transformam em um piscar de olhos. O que antes era sem graça e monótono, agora tem cheiro de casa, de conforto e de respiro. Quando foi que o… Continue reading

    Como um peão desgovernado
  • Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia

    Com a caneca de esmalte aquecendo a palma da minha mão, encontrei meu lugar de sempre: o degrau de pedra gasto pelo tempo, na fronteira exata entre a casa e o jardim. A manhã de setembro se espreguiçava, e o… Continue reading

    Talvez eu seja mais parecida com a Hortênsia
  • Revestida de Força e Dignidade

    (Norvald, véspera da queda) A névoa era um véu de leite derramado sobre os campos, e Aeryn desceu por ele como quem entra em um rio sagrado. Seus pés descalços conheciam o caminho de pedra, cada contorno, cada imperfeição lisa.… Continue reading

    Revestida de Força e Dignidade