Como eu poderia não sofrer, amando um Deus que morreu com morte de cruz?
Como eu poderia não chorar, sabendo que o meu Senhor suou gotas de sangue?
Como poderia não doer em mim, se doeu em cada parte do corpo do meu Mestre?
Se eu não estiver disposta a sofrer e carregar a minha cruz, que amor é esse meu?
Se Ele não for tudo em mim, que Cristo é esse que eu sirvo? Se louvo com os meus lábios, mas não louvo com a minha vida?
Naquela cruz, sofrendo as piores dores que alguém poderia sofrer, ainda houve espaço para demonstrar a expressão máxima de amor e perdão incondicional para com aqueles que O levaram para aquele lugar: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”. (Lucas 23:34)
A quaresma nos traz à memória o quanto o sofrimento pode carregar propósito e satisfação. Sacrificar um hábito, um alimento ou algo que temos prazer, nos leva a valorizar o que de fato deve nos mover. Nos conduz ao lugar de satisfação plena, nos braços Daquele que é o único poderoso para satisfazer os anseios do nosso coração.
Ah, Jesus! Que não sejam apenas palavras vazias, mas atitudes carregadas de um amor sacrificial. Nos revele o verdadeiro entendimento de queimar as nossas carroças, para que possamos gastar a nossa vida em amor à Ti. Que sejamos aqueles que sorriem com o coração, ainda que com lágrimas nos olhos. Em nome de Jesus. Amém!
“Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele.” – John Piper
